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domingo, 6 de dezembro de 2015

Semana Educação para vida-Sexta-feira

Texto de Mariana Godoy- Segundo ano 17
Isabelle, Henrique e Mariana
 
 
A melhor experiência que qualquer ser humano possa ter é a escola, e melhor ainda é estudar na E. E. Clóvis Salgado, onde todos que passam por lá jamais esquecem, seja das amizades, das bagunças, e principalmente dos profissionais incríveis que lá se encontram. Já são 5 anos de muito aprendizado, se eu soubesse que os anos passariam tão rápido, teria aproveitado mais, sinto o maior orgulho de ser aluna desta escola.

Alunos segundo ano 18


 Primeiro e Segundo ano
 Jogos na quadra
 
E assim termina a Semana de Educação para Vida.
 

2 comentários:

  1. Aprender é descobrir aquilo que você já sabe.
    Fazer é demonstrar que você o sabe.
    Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você.
    Vocês são todos aprendizes, fazedores, professores.
    A sua única obrigação em qualquer vida é ser sincero consigo mesmo,
    Ser sincero com outra pessoa ou outra coisa não só é impossível, como ainda é a marca de um falso messias.
    As perguntas mais simples são as mais profundas.
    Onde você nasceu ? Onde é o seu lar? Para onde vai? O que está fazendo?
    Pense sobre isso de vez em quando, e observe as suas respostas se modificarem.
    Você ensina melhor o que mais precisa aprender.
    (Richard Bach)

    Giselle muito obrigado por registrar os nossos momentos especiais!!!

    Vivendo e aprendendo!Beijos Cláudia Doval

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  2. Houve um tempo em que a minha
    janela se abria para um chalé.
    Na porta do chalé brilhava
    um grande ovo de louça azul.
    Neste ovo costumava pousar
    um pombo branco.
    Ora, nos dias límpidos,
    quando o céu ficava da mesma
    cor do ovo de louça,
    o pombo parecia pousado no ar.
    Eu era criança,
    achava essa ilusão maravilhosa e
    sentia-me completamente feliz.
    Houve um tempo em que a minha
    janela dava para um canal.
    No canal oscilava um barco.
    Um barco carregado de flores.
    Para onde iam aquelas flores?
    Quem as comprava?
    Em que jarra... em que sala,
    diante de quem brilhavam,
    na sua breve experiência?
    E que mãos as tinham criado?
    E que pessoas iam sorrir de
    alegres ao recebê-las?
    Eu não era mais criança,
    porém minha alma ficava
    completamente feliz.
    Houve um tempo em que a minha
    janela se abria para um terreiro,
    onde uma vasta mangueira
    alargava sua copa redonda.
    À sombra da árvore, numa esteira,
    passava quase o dia todo sentada
    uma mulher, cercada de crianças.
    E contava histórias.
    Eu não podia ouvir, da altura da janela,
    e mesmo que a ouvisse, não entenderia,
    porque isso foi muito longe,
    num idioma difícil.
    Mas as crianças tinham tal expressão
    no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.
    Houve um tempo em que na minha janela havia um pequeno jardim seco.
    Era um tempo de estiagem,
    de terra esfarelada,
    e o jardim parecia morto.
    Mas todas as manhãs vinha um pobre
    homem com um balde e em silêncio,
    ia atirando com a mão umas gotas
    de água sobre as plantas.
    Não era uma rega:
    era uma espécie de aspersão ritual,
    para que o jardim não morresse.
    E eu olhava para as plantas,
    para o homem, para as gotas de
    água que caíam de seus dedos magros
    e meu coração ficava
    completamente feliz.
    Mas, quando falo dessas pequenas
    felicidades certas, que estão diante
    de cada janela, uns dizem que essas
    coisas não existem, outros que só
    existem diante das minhas janelas
    e outros finalmente, que é preciso
    aprender a olhar, para poder vê-las assim.
    (Cecília Meireles)



    Para Mariana,Isabelle e Henrique, desejando que suas vidas sempre se abram para janelas que mostrem o mais feliz, o mais bonito!Beijos Cláudia Doval

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